Quarta-feira, 23 de abril de 2014
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Livre do cordão umbilical!

Por Dr. Leonardo Posternak * em 26/04/2001


O cordão umbilical cai naturalmente, perto do décimo dia de vida. Conheça alguns cuidados a serem tomados nesse período.

Os primeiros dias de vida do bebê são repletos de descobertas e conquistas, tanto para os pais como para o filho. E nessa época surgem as principais dúvidas. Uma das mais freqüentes é o tratamento do umbigo.


Trocar a roupa e dar banho no bebê é uma sensação gostosa, mas desperta uma certa insegurança na maioria dos pais. Muitos ficam aflitos ao tocar o coto, parte mais superficial do umbigo. Pois saiba que ele é formado por um tecido gelatinoso, que contém muita água. À medida que desidrata, fica duro e preto. E quando seca completamente cai, em geral, entre a primeira e a segunda semana de vida do recém-nascido.

Lei da natureza

Esse processo é absolutamente normal e você não precisa se preocupar. Há casos em que a cicatrização é um pouco mais lenta e o aparecimento de um pequeno sangramento não deve assustar você.


Calma! Devido à falta de contato com o ar, a parte mais profunda do umbigo fica úmida e chega a sangrar. Para evitar complicações, tenha sempre o cuidado de não fazer movimentos bruscos sobre a barriga do bebê na hora de trocar a fralda.


Para limpar o umbigo, use gaze ou cotonete umedecido com álcool 70% (absoluto). Evite algodão, que solta fiapos e prende na pele. Passe o líquido em volta do cordão delicadamente, todos os dias. Se durante a higiene perceber um bolha úmida e o vazamento de um líquido incolor, não se desespere. Pode ser um granuloma de umbigo, uma cicatrização mais lenta. Consulte o pediatra. Até a terceira semana de vida o coto cairá.


Antigamente, acreditava-se que colocando esparadrapo, faixas ou até uma moeda sobre o umbigo ele não ficaria saltado. Esqueça! Trata-se apenas de uma crença popular. Evite qualquer um desses procedimentos.


* Dr. Leonardo Posternak é médico pediatra,
membro do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein.
Co-autor do livro
E Agora, o que Fazer? A Difícil Arte de Criar os Filhos
, Editora Best Seller.
Autor de
O Direito a Verdade - Cartas Para Uma Criança
, Editora Globo.


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