Quarta-feira, 03 de junho de 2020
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Histórias de amor

Por Célia Svevo *


A maternidade tem, para cada mulher, um significado diferente. Mas todos eles envolvem um sentimento comum: um amor inquestionável que vale à pena ser vivido.

Todo ano é a mesma coisa. Para comemorar o Dia das Mães, os meios de comunicação apontam seus holofotes para mulheres famosas: artistas, esportistas, executivas bem-sucedidas, políticas atuantes que - é claro! - desempenham o papel considerado, por muitas, o mais gratificante do universo feminino: o da maternidade.


O Clicfilhos resolveu percorrer um caminho oposto. Atendendo a um convite nosso, dezenas de mulheres nos escreveram para contar o motivo pelo qual se consideram boas mães.


São figuras anônimas, comuns. Chamam-se Ana, Liliane, Rita, Lídia, Fátima, Marina, Kátia, Kelly, Andréa, Rosângela, Maria... Algumas preferiram não se identificar, mas nem por isso deixaram de se expressar sobre esse tema que mexe tanto com o coração. Não sabemos como são seus rostos, seus hábitos, suas rotinas. Mas sabemos que moram em diferentes lugares, alguns deles fora do Brasil. E sabemos, acima de tudo, que são guerreiras, verdadeiras leoas quando se trata de cuidar e de proteger sua "cria".


O início da "mágica", dizem, acontece no exato momento do parto, na hora em que se percebem trocando de papel. Um susto, um frio na barriga, um certo receio pela mudança que um bebê provoca na rotina. Várias de nossas heroínas batalharam para realizar seu sonho de maternidade: submeteram-se a tratamentos de fertilização, enfrentaram o estresse da angústia de não saber se iriam chegar lá. Outras, ao contrário, engravidaram sem planejamento e algumas tiveram que enfrentar a oposição da família quanto a gerar uma criança independente do casamento.


Algumas tiveram seus filhos muito jovens e contam, animadas e cheias de energia, as aventuras pelas quais passa a mãe de primeira viagem. Outras, mais maduras, desfrutam do prazer da maternidade num momento em que se sentem preparadas para assumir essa responsabilidade. Mas todas, sem exceção, são apaixonadas.


Todas sabemos que a vida não é um parque de diversões. Pequenos acidentes, noites mal dormidas, choros intermitentes, sentimentos de culpa, momentos de desânimo e explosões de impaciência fazem parte da vida real. Casamentos desfeitos abalam as estruturas, assim como as doenças graves que certas famílias são obrigadas a enfrentar. Mas percebemos que para essas mães corajosas que nos escreveram, nada é obstáculo. Elas vão à luta com fé, perseverança e amor. E, por mais exaustas que às vezes possam se sentir, garantem que todo esforço vale à pena. E a recompensa sempre chega: pelo sorriso da criança, pelas demonstrações de carinho, pela batalha vencida, pelo prêmio de enxergar no jovem adolescente um ser humano bem estruturado.


Clique aqui e leia as cartas que recebemos. Acredite, você vai se reconhecer em muitas histórias.


Parabéns, mamães! Por todos os dias no ano!


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